A Boldora nasceu antes de ter nome
Hoje a trilha sonora está sendo carros passando na rua, pessoas conversando e aquele barulho clássico de ambiente de trabalho, mas eu estou tão inspirada para falar sobre isso aqui que, sinceramente, não tem problema nenhum.
Porque hoje vamos falar do assunto que eu mais amo: a Boldora.
Ou melhor: vamos falar de como a Boldora nasceu muito antes de se chamar Boldora.

Acho que eu sempre tive uma mente empreendedora
Desde nova, eu sempre tive uma mente empreendedora, sabe?
Eu acredito fielmente que algumas pessoas nascem com esse instinto. Quase como um terceiro sentido. Algo que é muito mais forte do que a gente consegue segurar.
Meu primeiro “empreendimento” foi vendendo slimes e pulseiras de elástico.
Naquela idade, eu já sabia que queria ter alguma coisa minha. Uma empresa, uma marca, um negócio. Eu ainda não sabia exatamente o quê, mas sabia que queria criar algo e vender aquilo para o mundo.
Mesmo vendendo slime, eu não queria vender só slime, eu queria vender o melhor slime da região.
Comecei a gravar vídeos para o Instagram no estilo ASMR. Queria mostrar a textura, o brilho, o barulhinho, a sensação. Queria gerar desejo. Queria que a pessoa olhasse e pensasse: “eu preciso disso”.
E foi ali, sem eu nem perceber, que começou a florescer esse meu lado marketeira.
Deu certo?
Obviamente não. kkk
Eu vendi alguns slimes, mas não tinha o financeiro para comprar os materiais certos. Então, no fim das contas, era um slime bem caseiro que ficava duro em quatro dias.
Mas tudo bem.
Hoje eu olho para isso com muito carinho, porque é impressionante como a nossa infância influencia tanto em quem a gente se torna.
Às vezes, parece só uma brincadeira boba. Mas, quando a gente olha de novo, percebe que já tinha muita coisa ali.
A vontade de criar, a vontade de vender, a vontade de transformar uma ideia pequena em algo que parecesse grande.

Quando eu me encontrei criando
Com 12 anos, comecei a fazer artes no Canva para o meu tio, que tinha um restaurante, e ali eu me achei, eu amava criar, sempre amei essa ideia de pegar algo que não existe e transformar em uma coisinha visual no mundo.
Uma arte, uma identidade, um post, uma ideia com forma.
Era como se eu conseguisse tirar alguma coisa da minha cabeça e finalmente mostrar para outras pessoas: “olha, era isso que eu estava imaginando”.
Depois disso, teve muito enredo nessa história, muito mesmo, mas essa parte eu vou deixar para outro texto.
Antes da empresa existir, eu já sabia que ela era uma empresa
Depois de muita coisa, finalmente comecei a fazer Publicidade e Propaganda.
Mas, antes mesmo de começar a faculdade, eu já fazia alguns trabalhos como freelancer.
Eu ainda não tinha CNPJ, não tinha estrutura, não tinha nome definido.
Mas, na minha cabeça, aquilo já era uma empresa.
E talvez isso diga muito sobre mim.
Eu montei um Instagram para essa “empresa sem nome” e comecei a tentar dar forma para algo que eu já sentia que existia, mesmo que ainda estivesse meio bagunçado.
O primeiro nome que usei foi BoldCo.
Eu descobri que “bold”, em inglês, significava algo como audaciosa, ousada, corajosa. E eu me identifiquei muito com essa palavra, sempre fui muito audaciosa.
Mesmo quando algo parecia difícil, grande ou distante demais, eu tinha coragem suficiente para tentar.
Cheia de medo? com toda certeza.
Mas desistir? Nunca.
Eu sempre fui insistente no que eu queria. Teimosa que só, o “Co” era de Corrêa.
Mas, convenhamos, o som da palavra ficou meio esquisito. kkk
Então continuei tentando, até que nasceu a Boldora, depois de muitas tentativas, nasceu a Boldora.
O “bold” continuou ali, porque sempre foi a essência da marca: a coragem, a audácia, a vontade de fazer diferente.
Mas agora ele vinha acompanhado de um final que também fazia sentido para mim.
Boldora, criadora, sonhadora, inspiradora.
No começo, eu achei estranho, principalmente porque as pessoas costumavam pronunciar “BolDÔra” e não “BolDÓra”, mas, com o tempo, foi pegando.
E eu fui me identificando cada vez mais, hoje, eu não consigo imaginar outro nome.
Parece que sempre foi esse.
Por que eu chamo de studio criativo?
Eu não costumo chamar a Boldora de agência.
Não porque tenha algo errado com a palavra agência, mas porque, para mim, ela passa uma ideia de empresa gigante, com muitos processos, muitas demandas e uma certa distância.
E a Boldora nunca foi sobre quantidade, sempre foi sobre excelência, sobre cuidado.
Sobre colocar intenção em cada detalhe, por isso, eu gosto de chamar de studio criativo.
Porque é exatamente isso que somos: um espaço de criação, de ideias, de estratégia, de imagem, de conteúdo e de histórias, nossos serviços sempre foram diferentes formas de sermos audaciosas com a nossa criatividade.
Trabalhamos com cobertura de eventos, design, captação de conteúdo, gestão de redes sociais, posicionamento de marca, edição de vídeos e tudo aquilo que envolve transformar uma ideia em algo bonito, estratégico e real.

A Boldora é uma das partes mais lindas de mim.
Porque foi ali que muita coisa nasceu.
Minha essência.
Minhas paixões.
Minha coragem.
Minha vontade de criar algo que tivesse sentido.
Ela carrega muito de quem eu sou: essa mistura de sonho com teimosia, criatividade com responsabilidade, medo com vontade de fazer mesmo assim.
E talvez seja por isso que eu fale dela com tanto amor, porque trabalhar com o que a gente ama exala nas nossas criações, dá para sentir quando algo foi feito só para entregar.
E dá para sentir quando algo foi feito com intenção, cuidado e verdade, na Boldora, eu quero que cada projeto tenha isso.
Que cada vídeo, cada cobertura, cada arte, cada posicionamento e cada conteúdo carregue um pouco desse olhar.
O olhar de quem não quer só fazer bonito, quer fazer sentido.
Se você chegou até aqui…
Esse texto é um pouco sobre a Boldora.
Mas também é sobre aquela menina que vendia slime querendo criar o melhor slime da região.
Sobre a pré-adolescente que descobriu o Canva fazendo artes para um restaurante.
Sobre a estudante de Publicidade que começou como freelancer antes mesmo de saber exatamente como tudo funcionaria.
E sobre a Bruna que, em algum momento, decidiu transformar uma vontade antiga em uma marca real.
A Boldora nasceu muito antes de ter nome.
Nasceu quando eu entendi que criar era uma das formas mais sinceras que eu tinha de existir no mundo.
E, se algum dia você precisar de um dos nossos serviços, saiba que vai ser feito com o maior amor do mundo.
Porque, por aqui, criatividade não é só trabalho.
É parte de quem eu sou.